terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Prática Pedagógica nas Salas de Recursos





As autoras Arnal  Mori trazem em seu artigo A Prática Pedagógica nas Salas de Recurso uma reflexão sobre a prática do professor nas salas de apoio a fim de contribui para o processo de inclusão escolar. Foram acompanhados professores em 3 salas de recursos para alunos de 1ª a 4ª séries. Os resultados tem demonstrado que grandes passos devem ser dados para de fato incluirmos esses alunos. Não falta apenas conhecimento especializado dos professores, mas principalmente o ensinar da leitura e escrita. 



Veja o artigo completo: http://saladerecurso.blogspot.com/2009/08/pratica-pedagogica-nas-salas-de.html

Materiais Desenvolvidos na Sala de Recurso da Escola Classe 04 de Planaltina

Abaixo alguns jogos desenvolvidos para uma sala de recursos.





Fonte: https://picasaweb.google.com/lh/photo/chcXlj7eJW4Hfz8wJmpB0Q?full-exif=true

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais

Existem sala de apoio as crianças dom dificuldades de aprendizagem. As crianças a frequentam em horário contrário a aula em sala regular. Essas salas tem permitido uma expressão considerável das tecnologias, uma vez que, professores especializados, fazem uso recursos para aperfeiçoar essa mediação no aprendizado da criança.

Veja abaixo o que o Ministério da Educação fala sobre essas Salas de Recursos.

O programa apóia os sistemas de ensino na implantação de salas de recursos multifuncionais, com materiais pedagógicos e de acessibilidade, para a realização do atendimento educacional especializado, complementar ou suplementar à escolarização. A intenção é atender com qualidade alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, matriculados nas classes comuns do ensino regular. O programa é destinado às escolas das redes estaduais e municipais de educação, em que os alunos com essas características estejam registrados no Censo Escolar MEC/INEP.

A Secretaria de Educação Especial oferece equipamentos, mobiliários e materiais didático-pedagógicos e de acessibilidade para a organização das salas de recursos multifuncionais, de acordo com as demandas apresentadas pelas secretarias de educação em cada plano de ações articuladas (PAR). De 2005 a 2009, foram oferecidas 15.551 salas de recursos multifuncionais, distribuídas em todos os estados e o Distrito Federal, atendidos 4.564 municípios brasileiros - 82% do total. (Fonte: MEC)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Normas Brasileiras de Acessibilidade

Existem Normas que trazem em seus conteúdos, garantias de acessibilidade - modificações e adaptaçoes dos espaços físicos e públicos, facilitando pessoas com mobilidade reduzida.



Confira abaixo as normas, clicando na imagem. E proponho um exercício: verifique se o trajeto que você faz para a escola é acessível, lembre-se de analisar a pavimentação, sinalização, acesso ao onibus e ao interior da escola.




A Tecnologia Assistiva no ambiente escolar

Segundo o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT):




Tecnologia Assistiva (TA) éuma área do conhecimento, de características interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficîência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.



Como pensar o uso das Tecnologias Assitivas no processo de aprendizagem?


Essa é uma pergunta não muito nova. Com o passar das décadas vieram maioreis cobranças por parte de pais e professores na busca de tornar o ambiente escolar acessível a criança com deficiência, e mais, permitir que o aprendizado/conhecimento fosse transmitido e realmente absorvido pelo aluno. Não referi-me aos centros especializados, mas sim escolas regulares como verdadeiros contextos de inclusão.


É aqui que entra a TA, ajudando pessoas com dificuldades na aprendizagem que necessitam de suporte técnico, na construção dos conhecimentos.
Mas vejo só, a TA não se restringe somente a recursos em sala de aula, mas estende-se a todos os ambientes da escola, propriciando o acesso e a participação efetiva de todos os alunos e durante todo o tempo.


Outro conceito mencionado na TA voltado para a escola é o de Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA). Envolve o uso de gestos manuais, espressões faciais e corporais, simbolos gráficos, fotografias, gravuras, voz digitalizada, dentre outros, como meio de efetuar a comunicação entre indivíduos incapazes de usar a linguagem oral.


Por ultimo, vale lembrar, que o uso por si só das tecnologias não substituirão o processo de aprendizagem da criança, é necessária uma avaliação detalhada das necessidades do aluno e sempre que possível do acompanhamento de perto por profissionais capacitados nessa análise, perfazendo assim uma intervenção multiprofissional.


Referências:
BRASIL. Tecnologias Assistivas nas escolas. (2008) Disponível em: www.itsbrasil.org.br/pages/23/TecnoAssistiva.pdf Acesso em: 23 set. 2011.

BERSCHE, Rita. Introdução a Tecnologia Assistiva. Porto Alegre (2008) Disponivel em: <www.assistiva.com.br/Introducao%20TA%Rita%Bersch.pdf> Acesso em: 23 set.. 2011


sábado, 17 de setembro de 2011

Revista sobre inclusão escolar


Para conhecer melhor sobre inclusão escolar:


O que é a inclusão escolar ou educação Inclusiva?

Antes de avaliarmos o impacto das tecnologias na educação precisamos conhecer melhor o que vem a ser a educação inclusiva.

A educação inclusiva reconhece a diversidade existente entre os alunos de uma classe, determinando que eles recebam uma educação de acordo com suas características, uma vez que incrementa as possibilidades de aprendizagem para todos (Daniels y Garner, 1999, Stainback & Stainback y Moravec, 1999).

Nos temos até a década de 80 uma segregação de alunos com alguma deficiência. Esses alunos ficavam em escolas especializadas, com professores e profissionais adaptados as demandas das deficiências presentes. Isso não é de todo mal, uma vez que, já estivemos em situações piores, como na Grécia antiga, onde o fato de termos uma deficiência era considerado um castigo divino, a pessoa era retirado do convívio social pois estava impura.

Nos últimos anos, esforços por parte de pais, alunos, professores e profissionais culminaram em adaptações e até inovações na forma de considerar a aprendizagem dessas crianças. Temos como evento expressivo nesse sentido, a Conferencia Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais, de 1994, realizado em Salamanca. A Declaração, fruto dessa reunião estabelece:

• Todas as crianças têm direito à educação e deve-se dar a elas a oportunidade de alcançar e manter um nível aceitável de conhecimentos;

• cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprias;

• os sistemas de ensino devem ser organizados e os programas aplicados de modo que tenham em conta todas as diferentes características e necessidades;

• as pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter acesso às escolas comuns; e

• as escolas comuns devem representar um meio mais eficaz para combater as atitudes discriminatórias, criar comunidades acolhedoras, construir uma sociedade integradora e alcançar a educação para todos.

Desta forma, a educação inclusiva vem complementar a integração escolar, uma vez que, não são os alunos que irão se adaptar a escola, mas esta que ficará a disposição de fornecer o ensino para todos alunos independente da deficiência. E mais, o objetivo da escola é fazer toda essa adaptação na escola regular!!!

Referências:

DANIELS, H.; GARNER, P. (Ed.)(1999). Inclusive Education. London: Kogam Page.

STAINBACK, W.; STAINBACK, S.; MORAVEC, J. (1999). Un currículo para crear aulas inclusivas. En S. Stainback; W. Stainback (Ed.): Aulas inclusivas (pp. 83- 101). Madrid: Narcea.